poetic wellness

Experiências de autocuidado poético.
Gestos simbólicos de bem-estar emocional.
Rituais de presença.

creta palavra


Fragilidades que viram poesia. Aprendizados que viram cápsulas de lucidez. Palavras carregadas de vulnerabilidade: a ponte mais humana entre dois seres.
Livros para ler inteiros ou em doses, na ordem da sua sede.

Viciada em Quase · Vol. 2

Conflitos, Crises e a Coragem de Recomeçar

A chama continua: o que resta quando o quase se apaga.

18 cápsulas de lucidez

creta alma


A arte de ritualizar o sentir. Gestos simbólicos para o bem-estar emocional, em micro experiências de autocuidado poético.
Cápsulas que se abrem, vozes que chegam, frascos que guardam gestos.

Botica da Creta

Uma farmácia de poesia

Pílulas e vitaminas para curar e nutrir a alma.

A Voz da Creta

Voz Ritual · palavras que ganham corpo no som

Há emoções que só a voz alcança.

creta nutre


Alimentar o corpo também é um gesto poético. Presença alimentar: dar ao corpo o mesmo cuidado que se dá à alma.
Em silêncio, Creta prepara o cuidado que se come, se bebe e se respira.

em breve

sobre a creta


Eu tenho vários nomes.
Um para cada pessoa, tempo e lugar que já habitei.
Alguns me vestem como pele antiga, aqueles nomes que não sou mais.
Outros me apertam como ideias herdadas, aqueles que visto para a sociedade alienada.

Mas algo se moveu, minha linguagem se alargou,
e a escuta pediu palco.
Sou quem acolhe a alteridade do silêncio.
Nasce assim um novo nome:

creta

Nome ritualístico de Daniela Pulido.
Autora de mensagens vivas & criadora de experiências simbólicas de bem-estar emocional.

Este é, talvez, o meu projeto mais íntimo.

Não nasceu de uma ideia, mas de uma necessidade visceral: a de existir com sensibilidade, a de ser real, a de permitir que a vulnerabilidade me atravesse inteira, como a própria prova de que estou viva.

Durante anos acreditei que ser forte era erguer muralhas. E, na ilusão de me proteger, aprisionei emoções, travei sentimentos, domestiquei a alma para que nada pudesse me abalar.

Mas, ao me cercar de pedras, descobri que também havia me aprisionado dentro delas.

Creta nasce desse desmoronamento. Do amadurecimento de reconhecer fragilidades não como derrota, mas como raiz. Das tempestades que me ensinaram que é preciso se despedaçar para aprender a acolher quem se é.

Foi então que a escrita chegou, não como passatempo, mas como idioma. Um idioma novo, em que minha alma encontrou voz.

Nunca soube dizer quem eu era em palavras. Mas sempre senti demais. Este espaço é, portanto, a minha segunda pele. E eu a nomeei: Creta.

Creta é raiz e travessia. É a consciência de que os sentimentos não florescem para enfeitar o jardim, mas para suportar a poda iminente, o corte necessário, o recomeço inevitável.

É deixar-se enraizar no que dói e, ainda assim, atravessar.

Abro este espaço a todos que também precisam de palavras como abrigo, de silêncio como respiração, de poesia como cura, de presença como o gesto mais genuíno de entrega.

Porque, assim como fui acolhida pelas palavras, desejo humildemente retribuir: ser veículo, meio, ponte.

Se, em uma única frase, em um único instante, alguém se sentir menos só — estarei cumprindo meu destino.

Creta é colo. É respiro no meio da ilusão e desilusão. É resistência delicada diante de um mundo que banaliza a presença, a escuta, o sentir.

Aqui, não há força que se ergue em muros. Há apenas vulnerabilidade que se transforma em raiz, em travessia, em poesia.